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Acertou em cheio quem deu o apelido de "FENÔMENO" ao jogador RONALDO NAZÁRIO... Se não, vejamos: Sua estrela começou a brilhar aos dezessete anos, quando chegou à Seleção Brasileira de Futebol, vindo depois a tornar-se o maior artilheiro da história das Copas do Mundo, com a incrível marca de quinze gols nas quatro edições das quais participou (1994, 1998, 2002 e 2006); O garoto pobre da periferia do Rio de Janeiro viu, então, a sua vida transformar-se completamente. A pobreza ficou pra trás e o dinheiro chovia aos milhões, assim como choviam as mais belas e notáveis mulheres, de todas as tribos, raças, nacionalidades e origens, principalmente aquelas a quem a conta bancária do sujeito interessa mais que o seu caráter, intelecto ou maturidade; É!!! Aquelas mesmas que valorizam a beleza física acima de qualquer questão e submetem-se a cirurgias, lipos, malhação, dietas de alface+alface, implantes, etc... e de vez em quando morrem de anorexia P A R A Q U Ê??? Para se tornarem bonitas e "comestíveis", ou (de preferência) engravidáveis, por sapos horrendos, mal-educados, analfabetos e grosseiros, porém pooooooooooooodres de ricos que, via de regra, estão mais pra galinhas que pra sapos, mas que poderão lhes garantir um futuro nababesco em Paris, Londres, Amsterdã, New York ou, até, Dubai (hoje mais chic que qualquer outra cidade do mundo, vamos combinar!).
A foto acima dá uma pequena demonstração do que quero dizer. Ah! Um aviso: Não se trata de uma cena de SHREK ao lado da sua amada FIONA antes de descobrir que ela também era um ogro, não! Olhem direitinho ... É o FENÔMENO exercendo a sua segunda maior habilidade: Pegar mulheres bonitas e, às vezes, até, casar com elas ... Nem que seja por algumas horas, como foi o caso da modelo DANIELA CICARELLI.
Tudo bem. Eu também concordo que ninguém, em sã consciência, há de dizer que ele tá errado em gostar do belo e, até, preferí-lo, quando o pode ter. Afinal, atire a primeira pedra aquele que não gostaria de estar no seu lugar, né verdade?
Mas, então, alguém, se puder, me explique, por favor: O que cargas d'água leva um homem assim tão privilegiado, que pode ter a mulher que ele quiser, quando quiser, como quiser e onde quiser, a procurar um(a) parceiro(a) sexual no calçadão de Copacabana? Se era mulher, ou não, nem quero entrar no mérito. Afinal, todo mundo tem o direito de ter suas preferências e ninguém tem o de julgar opções alheias, mas ele tinha o dever de saber que aquele ato digno de um mortal comum poderia levá-lo à consequência que levou: Ao escândalo, ao sensacionalismo da mídia e aos fatídicos quinze minutos de fama do seu oportunista parceiro de noitada, pra quem a aventura foi, realmente, compensadora. Tanto que já se retratou, desmentindo tudo o que foi exaustivamente declarado anteriormente, numa obscura demonstração de que houve algum tipo de "negociação" para o seu "CALA-A-BOCA". Quanto custou aos sempre rechonchudos bolsos do craque esse "CALA-TE, VIADO", ninguém jamais saberá, mas todo mundo sabe quanto custaria ao "FENÔMENO" a pecha de ter sido flagrado nessa... traquinagem, digamos assim. Já corre, à boca não tão miúda, o boato de que a NIKE estaria estudando a possibilidade de ruptura do contrato vitalício que mantém com ele, baseada numa cláusula contratual que impede o jogador de se envolver em escândalos públicos, sob pena de rescisão. Portanto, vale tudo pra evitar tamanha desgraça, já que o agora obeso rapaz encontra-se à beira do término de seu compromisso com o Milan, time italiano ao qual está vinculado, sem perspectiva de um novo time onde possa jogar e ser tão bem pago; afastado da Seleção Brasileira de Futebol, cujo técnico, Dunga, não demonstra a menor boa vontade em lher dar qualquer crédito, além de estar em tratamento pelo agravamento da sua lesão no joelho, no começo deste ano fatídico.
Aliás, se a gente prestar bem atenção descobrirá que a obscuridade está pra Ronaldo assim como o fulgor. Nunca hei de esquecer os momentos de ansiedade, expectativa e desespero, passando pela absoluta incredulidade e, por fim, à lacrimosa constatação de que havíamos perdido a COPA de 1998, na França, apesar de sermos os favoritíssimos, já que somente havíamos perdido para a Dinamarca. Mais inacreditável ainda foi o motivo dessa derrota: RONALDO, "O FENÔMENO", dono de um perfeito preparo físico, decantado exaustivamente pelo treinador ZAGALLO à imprensa mundial, no vigor dos seus 21 aninhos, havia sofrido uma absurda e inexplicável convulsão nunca dantes experimentada em toda a sua vida, momentos antes de entrar em campo ... Estraaaaaaaaaaaaaanho!!!
Vai ver, foi obra de Romário... Vendetta de vudu???
O apelido a ele atribuído é mais que justo, em todos os sentidos. Olhem só quantos prêmios e títulos o garoto-ogro acumulou até agora:
PRÊMIOS
Melhor jogador do mundo pela FIFA em 1996, 1997 e 2002
Segundo melhor jogador do mundo pela FIFA em 1998
Terceiro melhor jogador do mundo pela FIFA em 2003
Chuteira de ouro em 1997
Melhor jogador da Europa pela revista Onze de Oro em 1997 e 2002
Melhor jogador na final do Mundial Interclubes em 2002
Melhor jogador do mundo pela revista World Soccer em 1996, 1997 e 2002
Troféu Bravo em 1997 e 1998
Bola de ouro pela revista France Football em 1997 e 2002
Melhor jogador da Copa do Mundo pela FIFA em 1998
GoldenFoot em 2006
TÍTULOS
Cruzeiro
Copa do Brasil: 1993
Campeonato Mineiro: 1994
PSV
Copa dos Países Baixos: 1996
Barcelona
Copa da Espanha: 1997
Supercopa da Espanha: 1997
Recopa Européia: 1997
Internazionale
Copa da UEFA: 1998
Real Madrid
Mundial de Clubes: 2002
Campeonato Espanhol: 2003
Supercopa da Espanha: 2003
Seleção Brasileira
Copa do Mundo: 1994 e 2002
Copa América: 1997 e 1999
Copa das Confederações: 1997
Olimpíadas: Medalha de bronze em 1996.
Sem contar um sem-número de artilharias a si conferidas, mas o apelido veio, mesmo, a calhar por ocasião desse lamentável episódio de incontinência sexual que o atacou nos últimos dias, no qual RONALDO mostrou-se, também, um FENÔMENO de estupidez intrínseca; até porque, se era esse o problema, bastava ligar pro seu agente que, mesmo sem sair de casa, teria a mulher (ou o "homem", sei lá!) que quisesse, a qualquer momento e de forma bem mais discreta... Fazer o quê? Cabeça não serve somente pra separar as orelhas, né não?
AGORA "CHUPA, QUE É DE UVA" OU "SENTA, QUE É DE MENTA", MERMÃO!
Quando menina eu adorava cuidar de crianças (hoje ainda as adoro, desde que se encontrem confortavelmente acomodadas e bem cuidadas pelas suas próprias mamães, de preferência em suas casas). Isso deixava a minha mãe louca da vida, porque eu cismava de encher a casa de meninas pobres pra dar-lhes banho, pentear os cabelos, dar comida e levá-las pra passear todos os dias. É bem verdade que isso só acontecia porque, sendo a caçula, eu sentia falta de uma irmãzinha, mas a minha mãe, depois de ter parido vinte e dois bruguelos, não estava nem um pouco interessada em atender os meus apelos, obviamente.Não sei se era a ausência de uma irmã mais nova ou o desejo (nunca satisfeito) de ter uma boneca que falasse, andasse, etc... O fato é que eu curtia adoidado fazer cachinhos numa menina loirinha, que parecia um brinquedo, filha de uma das muitas comadres que tinha lá no interior; apesar de ser ainda muito pequena, eu era a preferida das mães pra batizar os seus filhos por ser a mais nova filha do meu pai, um benfeitor da comunidade, como uma forma de agradá-lo ou ser-lhe gratas pelo seu esforço em minimizar o sofrimento que a miséria impunha àquela gente. Hoje recebí um e-mail daquela menininha (não mais tão menina assim) e me veio à memória um dia, à tardinha, quando voltávamos ela e eu de um dos nossos passeios e, de repente, me deu vontade de fazer xixi. Fiquei aflita, sem saber o que fazer, porque ainda estávamos a algumas quadras de casa e não ia dar pra segurar até chegar lá. Como não tinha ninguém na rua, eu me agachei atrás da escadaria de uma escola pela frente da qual passávamos e pedí-lhe que ficasse de tocaia, na esquina, pra me avisar se viesse alguém enquanto eu satisfazia aquela insustentável necessidade fisiológica... Depois de alguns segundos, mal começara aquele ato explícito de atentado ao pudor público, ví que ela alternava olhares aflitos entre mim e a rua com a qual convergia a escola, arregalando os seus grandes olhos azuis e gaguejando, tentando falar alguma coisa, enquanto eu, aterrorizada, ouvia passos que se aproximavam mais e mais, perguntando-lhe se vinha alguém, quase gritando, porque ela não falava, só abanava a cabeça tanto no sim, como no não, enquanto os passos se aproximavam, se aproximavam, se aproximavam ... Não teve jeito! Interrompí a minha transgressão, levantando, num supetão, enquanto esbravejava pra ela: FALA, MENINA! VEM ALGUÉM, OU NÃO?Vendo-me assim, tão zangada, ela respondeu um titubeante vvv...em! E eu, mais arretada ainda por não entender como alguém pode ter tanta dúvida se está, de fato, vendo alguém se aproximar ou não, quando pros meus ouvidos isso estava tão evidente, perguntei-lhe, rispidamente: AFINAL, QUEM É QUE ESTÁ VINDO?E ela, bem inocente, quase chorando, respondeu-me esta pérola:É UM BODE!Nesse momento eu, ainda muto p... da vida pela aflição que tinha passado e contendo a vontade de dar uma boa gargalhada, peguei a sua mão e fui embora, arretada, mas compreendendo o porquê da sua dúvida ... Afinal, bode também tem olhos, né?
Seria cômica, se não fosse trágica, a discussão que começa a tomar vulto no Brasil sobre a redução ou não da maioridade penal. Primeiro, porque essa questão é clásula pétrea na nossa constituição, não sendo, portanto, passível de alteração assim tão facilmente. Num país em que as crianças não contam com políticas públicas efetivamente aplicadas ao seu bem-estar, com leis que punam severamente aqueles que as ultrajam de todas as formas, com estupros, violência física ou psicológica, abandono, trabalho forçado e nem sempre remunerado, falta de escolas e de condições para frequentar as poucas e mal-estruturadas que existem, mortalidade infantil, fome e miséria humana em todos os sentidos, como se pode priorizar a questão das crianças delinquentes em detrimento das outras, aquelas que, embora socialmente marginalizadas, não vivem à margem da lei? Penso que, antes de se discutir a maioridade penal, há que se respeitar as crianças dando-lhes condições para que não venham a delinquir. Daí, então, que se apliquem penas severas, educativas e coercitivas àquelas que, de fato, representem perigo para o bem-estar social, inclusive reduzindo a sua maioridade.O que não pode continuar a existir é esse protecionismo desvairado a marginais de todas as vertentes, menores ou não. Há que surgirem leis mais contundentes que não encerrem impunidade. Quando o código penal limita a 30 anos o tempo máximo de prisão que um criminoso pode cumprir, reduzindo esse tempo a 1/3 da pena, como atenuante para premiar o seu eventual bom comportamento, qualquer que tenha sido a gravidade do seu delito, deixando-o, portanto em liberdade antes do prazo estipulado em juízo, está desmoralizando essa mesma justiça que o pretendia punir, além de contruibuir para que esse criminoso volte a praticar atos de violência contra a sociedade, deixando-a inteiramente indefesa e jogada à própria sorte, que é o nosso triste caso.Os menores delinquentes, por sua vez, têm plena consciência do seu papel nesse "imbroglio", mais ainda, do respaldo da lei no que diz respeito à sua impunibilidade. Consequentemente, tiram proveito desse "privilégio", muitas vezes se prestando a funcionar com "boi-de-piranha" pra gangues de meliantes e de traficantes, se deixando flagrar com armas ou produtos dos "serviços" engendrados por adultos de alta periculosidade, os quais acabam se safando dos seus crimes. Sabem, também, que os míseros três anos de reclusão a que estão sujeitos, porventura pegos, representará um estágio na universidade do crime, de onde sairão diplomados, verdadeiros mestres no assunto.É claro que a simples redução da maioridade penal não representará a total erradicação dos problemas que nos trouxe a evolução desordenada da violência infanto-juvenil, mas é claro, também, que a instituição dos 18 anos para a imputação de responsabilidade penal a uma pessoa já remonta a 66 anos. E convenhamos que na década de 40 a inocência num jovem de até 18 anos não era apenas presumida. Era uma realidade insofismável, diferentemente dos nossos "teens" e "kids" atuais, que "sabem mais do que uma parteira", como diz a minha mãe. Nunca ví qualquer manifestação, quer da sociedade, organizada ou não, quer das autoridades (algumas das quais constituídas para a proteção da infância e da adolescência) contra a falta de saneamento básico, saúde, segurança, escola, moradia e alimentação para as nossas crianças, exigindo do estado o cumprimento dos preceitos constitucionais a fim de dar-lhes dignidade, mas tenho visto muitos debates, artigos, discussões e até protestos dos mais diversos seguimentos sociais contra a redução da maioridade penal, o que me faz deduzir que as crianças "do bem", por não incomodarem a sociedade roubando, estuprando, traficando e até matando pessoas inocentes, parecem invisíveis aos olhos da sociedade, que ignora a sua indigna existência. Os outros, não! Aqueles merecem todo o nosso desvelo e protecionismo, tadinhos ... tão maltratados pela vida... Ora! Façam-me o favor! Muitos desses "tadinhos" estão no crime por opção, pra conseguir "moral" na periferia, nas ruas ou, até, pra serem aceitos no bando ao qual pretendem aderir, vão lá e matam qualquer inocente só pra mostrar que merecem lugar de destaque na hierarquia do crime.PROTEJAMOS AS NOSSAS CRIANÇAS, MAS PROTEJAMO-NOS TAMBÉM!Tô com a macaca!